Não há pior cego… | Público
Há poucos dias um grupo de médicos insurgiu-se contra a ambivalência e evidente conflito de interesses em que alguns dirigentes da Ordem dos Médicos (OM) incorrem ao participar simultaneamente em órgãos dirigentes da instituição e serem porta-vozes ou coordenadores de grupos de trabalho ou comissões técnicas do Ministério da Saúde. Houve quem se surpreendesse com este “sobressalto cívico”, pois há muito tempo que os representantes da OM intervêm no espaço público com opiniões que frequentemente são próximas de movimentos ou partidos...
smn,
5 de Dezembro, 2024
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Farmácias a diagnosticar, prescrever e vender o tratamento? | Público
O recente Livro Branco das Farmácias Portuguesas, promovido pela Associação Nacional de Farmácias (ANF), menciona a expectativa das farmácias e dos seus profissionais quanto à “implementação de um serviço estruturado de identificação e tratamento de situações clínicas ligeiras na farmácia comunitária, com recurso a protocolos de intervenção farmacêutica e referenciação para outros níveis de cuidados de saúde das situações que não forem passíveis de resolução na farmácia” (p. 32). Vão longe os tempos em que a ANF promovia uma intensa campanha...
smn,
27 de Novembro, 2024
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Médicos Internos: componente essencial do SNS ou “pau para toda a colher”? | Diário de Notícias
A formação médica é longa e complexa, com diversas fases de aquisição progressiva de conhecimento e competências específicas. Assim se estruturam os Internatos, com médicos recém-licenciados cuja função é adquirir experiência nos vários domínios da prática clínica, e os internatos de especialidade em fase de formação diferenciada em cada área do conhecimento e da prática médica, cirúrgica, técnica etc, que os leva à graduação como especialistas. Os internos, ainda que em formação progressiva, não são meros aprendizes, mas médicos em formação,...
smn,
6 de Setembro, 2024
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SNS: os piores cegos | Público
Insistir em remunerações à hora, incentivando regimes de sobrecarga e perda de qualidade, revela enorme insensibilidade e espírito mercantilista que só pode complicar ainda mais a vida ao SNS. Muito já se escreveu e disse sobre a crise que afecta o Serviço Nacional de Saúde. Lamentavelmente, no centro das preocupações e escândalos está o que deveria ser excepcional , o atendimento nos serviços de urgência. Se na obstetrícia e assistência aos partos isso é inevitável, pois é geralmente a natureza a...
smn,
29 de Agosto, 2024
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