Litigar para trabalhar: o SNS que se processa a si próprio | Expresso
No SNS, cumprir a lei tornou-se exceção: médicos só recebem o que é devido após tribunal. Entre inovação de topo e trabalho não pago, o Estado normalizou o incumprimento — não falha, escolhe não cumprir. No Serviço Nacional de Saúde (SNS) instalou-se uma cultura silenciosa, mas profundamente corrosiva: a da litigância como via normal de reconhecimento de direitos. Médicos recorrem cada vez mais aos tribunais não por opção, mas por necessidade e, na maioria dos casos, ganham. Isso expõe uma falha...
smn,
7 de Abril, 2026
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Estacionamento no SNS: um custo inaceitável para quem cuida | Público
Direto de Resposta de Joana Bordalo e Sá, Presidente do Sindicato dos Médicos do Norte, Vice-Presidente da FNAM, a um artigo de opinião publicado a 18 de Março de 2026 nas edições impressa e online do PÚBLICO por “Sem estacionamento não há SNS”. A questão do estacionamento não é acessória nem recente. No Hospital de Braga, decorre de um modelo herdado da anterior parceria público-privada, que mantém custos elevados para profissionais e utentes, sem alternativa adequada, tendo inclusivamente registado aumentos nos últimos dois anos. Trata-se de...
smn,
1 de Abril, 2026
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Da falta de médicos aos partos na ambulância | Folha Informativa Nº 42 – Associação Conquistas da Revolução
A destruição do Serviço Nacional de Saúde (SNS) não é um erro, nem um acaso, nem uma fatalidade. É o resultado de uma escolha política consciente, feita por sucessivos governos e hoje aprofundada pelo governo de Montenegro. Um SNS enfraquecido serve interesses económicos claros: enquanto o serviço público perde médicos, encerra serviços e falha à população, o setor privado cresce, expande-se e lucra. Mais de 1.500 milhões de euros de investimento privado na saúde avançam com o aval do governo, ao...
smn,
1 de Abril, 2026
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Quando o SNS trata os médicos como peças de fábrica | Expresso
O SIADAP transformou a progressão numa dependência de pontos, metas e classificações com quotas limitadas. O sistema tenta quantificar aspetos da medicina que não são mensuráveis, como diagnósticos complexos. Houve um tempo em que a carreira médica tinha regras claras. Ao fim de três anos no mesmo escalão, o médico progredia. Sem quotas. Sem jogos. Sem bloqueios administrativos. Havia previsibilidade — e isso fixava profissionais no serviço público. O tempo de serviço, a experiência e a responsabilidade eram reconhecidos. A avaliação...
smn,
19 de Fevereiro, 2026
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O SNS não precisa de pulseiras douradas | Expresso
Não surpreende que o PR tenha decidido não promulgar três diplomas na área da Saúde. Marcelo Rebelo de Sousa reconheceu a fragilidade e o risco das reformas propostas. O estado do Serviço Nacional de Saúde (SNS) com que entramos em 2026 não é uma surpresa. É o desfecho previsível de uma escolha política deliberada do governo Montenegro: enfraquecer o SNS para normalizar a sua substituição progressiva por um “sistema” onde o público assume o risco e o privado recolhe o lucro....
smn,
8 de Janeiro, 2026
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Quando o Governo foge às suas obrigações, inventam um Inimigo: os Médicos | Jornal Sol
A crise não nasce dos profissionais, mas de uma política que transforma a saúde num mercado. O discurso que se tenta impor é o de que os médicos são responsáveis pelo estado da Saúde. É conveniente desviar atenções do essencial: o plano deliberado de enfraquecimento do SNS para entregar parcelas cada vez maiores aos grandes grupos privados. Anunciam-se ‘eficiências modernas’, compromissos de mil milhões para o setor privado e a expansão acelerada de grupos como Luz, Lusíadas ou Trofa Saúde, este...
smn,
3 de Dezembro, 2025
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Com este rumo, o SNS não consegue fixar nem atrair médicos | Dependências, setembro 2025
Conheça a entrevista de Joana Bordalo e Sá, Presidente da FNAM. Pode ler a revista completa aqui.
smn,
7 de Outubro, 2025
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A crise do SNS é um projeto político de Montenegro | Visão
Conheça a entrevista de Joana Bordalo e Sá, Presidente da FNAM.
smn,
7 de Outubro, 2025
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