Na sequência da reunião promovida pelo Sindicato dos Médicos do Norte (SMN) com os médicos da ULS Gaia/Espinho (G/E) a 23 de abril, o SMN reuniu, no dia 13 de maio, com o Conselho de Administração (CA), para apresentar um conjunto de problemas e exigir a sua resolução, com apresentação de soluções concretas.

Entre as principais questões colocadas ao Conselho de Administração destacam-se:

  • Progressão horizontal dos médicos, congelada até à data, tendo o CA assumido o compromisso de atribuição retroativa de um ponto por ano, bem como a possibilidade de realização de ponderação curricular a quem pretender e aplicação do acelerador de carreiras aos médicos que dele possam beneficiar;
  • Regularização de problemas relacionados com horários de trabalho e atribuição de tempo parcial;
  • Ausência de resposta a pedidos de jornada contínua;
  • Problemas identificados na Saúde Pública, incluindo o pagamento adequado da prevenção;
  • Regularização do pagamento às equipas de transplantação de órgãos, de acordo com a Lei;
  • Falta de pagamento de horas incómodas em contexto de urgência;
  • Impedimentos ao exercício de produção adicional por médicos/as com horário flexível ou em período de amamentação;
  • Atrasos no pagamento da progressão para o 2.º escalão do internato médico de formação especializada;
  • Sobrecarga dos médicos internos com trabalho suplementar não remunerado para além do horário legalmente previsto.

O Conselho de Administração comprometeu-se a desenvolver diligências no sentido da resolução destas situações.

O SMN continuará a monitorizar atentamente a evolução destes processos. Caso os problemas identificados não sejam resolvidos em prazo adequado, o Sindicato recorrerá a nova interpelação junto da Administração e utilizará todos os mecanismos sindicais e legais ao seu dispor na defesa dos médicos.