Outra informação

quarta-feira, 28 outubro 2020 13:38 Publicado em Outra informação

curiosidades gráficas 2: por RA

Assim como, por ex.º, Lisboa tem mais casos positivos (somados desde o início da pandemia) por ter mais população mas está em 7.º lugar quando ajustamos o número à dimensão populacional, o gráfico da distribuição por grupos etários

que enviei na terça-feira é algo diferente se o ajustarmos à população de cada grupo etário, como sugeriu um amigo atento.

Fica assim, com os dados de ontem:

O bruto seria assim:

 

terça-feira, 27 outubro 2020 10:14 Publicado em Outra informação

curiosidades gráficas: por RA

Nas últimas semanas, em números absolutos, a região Norte regista acréscimos notórios:

Contudo, considerando os dados desde o início e a dimensão populacional,

as duas maiores regiões equivalem-se em casos e óbitos:

Acompanhando o crescimento de casos positivos, verifica-se um acentuado acréscimo de internamentos, embora as situações mais críticas cresçam a menor ritmo:

A distribuição etária atual pouco difere da de 1 de agosto:

Manter as cautelas de responsabilidade individual continua a ser imperativo!

 

Pressupondo que os dados da Worldometers são confiáveis, veja-se como tem crescido o número de pessoas com covid ativa nestes 3 países:

Agora, compare-se estes países com outros, tendo em conta a dimensão populacional de cada um:

Se se olhar para a percentagem relativa de covid ativa em cada país, encontra-se esta intrigante figura:

 

 

terça-feira, 13 outubro 2020 09:42 Publicado em Outra informação

quem cresce mais? por RA

Temos ouvido dizer que os novos casos de covid-19 são sobretudo de adultos jovens e que o acréscimo é menor nos velhos. Não conhecíamos a dimensão.

Curiosamente, comparando os valores dentro de cada grupo, obtemos este outro gráfico.

quinta-feira, 01 outubro 2020 13:50 Publicado em Outra informação

já viram? Por RA

Eis mais alguns gráficos neste fim do mês de setembro (fontes: WorldometersDGSPordata).

A França passa dias sem reportar curados e a Alemanha reporta sistematicamente múltiplos de 100...

Será que estas diferenças de ativos são confiáveis e permitem comparações?

Continuando a olhar para a evolução dos ativos, a curva em U da Itália confirma-se, enquanto

as da Alemanha e Portugal sobem quase paralelamente. Mas serão os ativos confiáveis? 

Setembro foi o mês com mais casos em Lisboa&VT, depois de 2 meses a descer; no Norte

aumentaram durante 4 meses consecutivos; o Centro salta em setembro, depois de 4 meses brandos.

Olhando para os números nacionais, setembro teve uma média diária de novos casos que ultrapassou a de abril. 

Os óbitos/milhão continuam relativamente baixos nos últimos meses. Em Lisboa há, proporcionalmente,

nos últimos meses, mais óbitos do que nas outras regiões. 

 

Olhando para os números nacionais, a média diária de óbitos parece estável.

Em Portugal a distribuição dos óbitos por género tem estado sempre à volta dos 50/50.

Quanto a casos confirmados, o moderado predomínio feminino também se mantém.

Mas, atenção: as curvas de internamentos começam a mostrar subidas preocupantes.

segunda-feira, 28 setembro 2020 15:57 Publicado em Outra informação

os dez mais: por RA

Top 10 (no 28 de setembro de 2020) dos municípios

em n.º de casos confirmados desde o início da pandemia

Top 10 (no dia 28 de setembro) dos municípios

em acréscimo de casos confirmados desde 31 de agosto

 

 

sexta-feira, 25 setembro 2020 10:21 Publicado em Outra informação

outro indicador para comparar; partilhado por RA

Eu gosto mais de olhar para a progressão dos 7 dias anteriores por milhão de habitantes, e Portugal não está lá muito bem (tirei a Espanha porque está tão alta – com 17 óbitos por milhão nos 7 dias anteriores – que torna o gráfico ilegível).

Enquanto os casos se mantêm estáveis, tem havido uma aumento considerável de óbitos.

Os óbitos da França refletem o aumento de casos nas semanas anteriores. A holanda está com uma progressão em casos e óbitos muito semelhante à da França com cerca de 10 dias de diferença. A Grécia e a Itália estão a ter um aumento

significativo de óbitos sem ter um aumento dos casos. O Reino Unido tem crescido em casos e óbitos, enquanto a Bélgica anda aos altos e baixos.

Outro indicador é a comparação entre o número de óbitos dos 7 dias anteriores e a média de óbitos por semana – Portugal está a aproximar-se muito da sua média. Claro que tendo controlado a pandemia

relativamente bem em Abril, a média é mais baixa que em outros países. Mas em números absolutos estamos a aproximar-nos da média semanal de mortes por gripe em 2018/2019 (dados de jornais).

Em baixo, uma comparação com a Suécia que tem uma população semelhante.

Comparando os 7 dias anteriores por milhão de habitantes, com a média semanal por milhão de habitantes. O gráfico da Grécia está atualmente muito acima da média devido ao histórico baixo dos seus

óbitos e o aumento recente. A França e o Reino Unido estão a aumentar mas ainda longe das próprias médias devido aos picos de abril.

Mas bom bom é comparar-nos com o Brasil e os EUA… … afinal não andam longe da média da França…

Então com a Rússia e a Índia… … ui

 

quarta-feira, 23 setembro 2020 15:35 Publicado em Outra informação

um indicador para comparar, por RA

O número de óbitos por milhão de habitantes é, talvez, o indicador mais fiável para comparar países. 
Eis os números mais recentes de um conjunto de países que temos vindo a seguir.
Considerando as nossas 3 maiores regiões, a evolução mensal de óbitos/milhão é a seguinte 
(a 1 semana do final do mês de setembro):
 
sexta-feira, 18 setembro 2020 15:34 Publicado em Outra informação

as curvas em U : por RA

Se na Itália há um U nítido, na Alemanha e em Portugal o acréscimo de ativos é inegável.
Aparentemente, o acréscimo ainda não se reflete em números perigosos nos hospitais:
segunda-feira, 07 setembro 2020 13:43 Publicado em Outra informação

"com o mal dos outros posso eu bem", mas...:por RA

Mas, quando comparamos os nossos números com os de outros países, vemos que os óbitos/milhão (linha vermelha) não "curvam" como os casos/milhão (barras azuis). Como diz o professor Arlindo Oliveira hoje no PÚBLICO:

«Para além da curiosidade intelectual, o que podemos concluir deste estranho fenómeno, onde as tendências de cada segmento não se reflectem na tendência global? Acima de tudo, que é difícil comparar países, sectores ou

instituições onde as distribuições das características relevantes são muito diferentes. Por exemplo, quando comparamos os números de mortos  por covid-19, país a país, devemos ter em conta não só a dimensão do país, normalizando

a análise por número de habitantes, mas também a distribuição etária. Neste aspecto, o resultado que Portugal obteve até agora, com um baixo número de mortes por covid por milhão de habitantes é particularmente meritório porque

o nosso país tem uma das populações mais envelhecidas do mundo. De facto, Portugal é o quarto país do mundo com uma população mais envelhecida, atrás apenas do Japão, Itália e Finlândia.»

sábado, 05 setembro 2020 15:37 Publicado em Outra informação

já viram? Por RA

Se há uns que pecam por defeito e outros por excesso, talvez as somas de óbitos, curados e ativos no Mundo, compensando uns pelos outros, corresponda ao meio termo.

Portugal estará, por isso, bem na fotografia mas, confesso, não sei se é mesmo assim. 

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