Pareceres e opiniões

O SMN, confrontado com o pedido de esclarecimento dos médicos seus associados sobre a tolerância de ponto dos dias 30 de novembro e 7 de dezembro, vem esclarecer o seguinte:

(ver o documento na íntegra em anexo)

Ficámos a saber que os setores privado e social, vão receber por doente Covid um valor que
varia entre os dois mil e quinhentos e os oito mil euros, de acordo com a gravidade da situação
(regime de enfermaria, internamento em unidade de cuidados intensivos e tempo de
permanência neste regime). Dirão alguns, uma pipa de massa! Outros, talvez não seja assim
tanto dado os custos atuais dos atos médicos. Uma coisa parece certa, se foi este o preço
acordado entre o Ministério da Saúde e privados é porque serve a ambas as partes e,
seguramente, não nasceu do nada.
(ver artigo, na íntegra, em anexo)

terça-feira, 27 outubro 2020 16:23 Publicado em Artigos de opinião

Mudem-se as regras! Artigo de Jorge Almeida

Senhor Presidente da República, Senhor Primeiro Ministro, responsáveis políticos em geral; de que é que estamos á espera para mudar “as regras do jogo” face ao recrudescer da pandemia?

Como pode o País aceitar que, por exemplo, as grávidas do hospital de Santarém tenham de ser transferidas para Vila Franca de Xira porque sete Anestesistas, supõem-se que assintomáticos, estejam de quarentena por a uma colega da mesma especialidade ter sido diagnosticada Covid-19! Partilhando o mesmo serviço e os mesmos locais de trabalho, não o fizeram de forma protegida usando como proteção, entre outras, máscara cirúrgica? Nos seus contactos hospitalares, não estiveram envolvidos outros grupos profissionais (enfermeiros, auxiliares ….) e doentes com outras patologias anestesiados pela colega! Pergunta-se: que lhes aconteceu?

(ver documento na íntegra, em anexo)

 

Santana Maia assinaria a carta aberta dos bastonários?
Julgo que não.
Quando, em 1993, o Dr. Santana Maia (1936-2012) tomou posse como bastonário da
Ordem dos Médicos foi uma surpresa geral. Não era cirurgião, não era professor, não
era de Lisboa. Tinha um passado de militância democrática e de participação cívica
multifacetada. Com António Arnaut, tinha o seu nome ligado à fundação do Serviço
Nacional de Saúde.
Se ainda vivesse, creio que não juntaria o seu nome à tese de que foi errada a resposta
firme à expansão da pandemia em março, abril e maio, pese embora os custos.
Provavelmente subscreveria as palavras finais dessa carta – «É o momento de reforçar
a capacidade de resposta da saúde pública, dos cuidados de saúde primários, da
saúde ocupacional, da medicina hospitalar, e de reforçar o acesso à saúde nas zonas
mais carenciadas. É o momento de concretizar a verdadeira transformação digital na
medicina à distância com respeito pela sua essência mas valorizando sempre a relação
humana médico-doente. É o momento de integrar a saúde e a segurança social nos
lares para melhor proteger os nossos idosos. É o momento do SNS unir os
portugueses. Não podemos voltar a deixar alguém ficar para trás.»
Mas certamente acrescentaria: Pode contar connosco para isso!

Rosalvo Almeida

quarta-feira, 14 outubro 2020 10:32 Publicado em Artigos de opinião

É tempo de cerrar fileiras: por Jorge Almeida

É com compreensível apreensão que assistimos ao crescimento do número de infetados pelo
vírus Covid-19. Aumento de casos que, como não poderia deixar de ser, tem reflexo no
número de internados em regime de enfermaria e de cuidados intensivos nos hospitais do
SNS. O problema está em que, ao invés de encararmos este facto como expectável face à
natureza do agente infetante e do que sucede em países vizinhos, cerrando fileiras no combate
ao vírus, procuramos responsáveis pelo recrudescimento do surto infecioso....

(ver artigo em anexo)

Os médicos ganham de ordenado o mesmo que há 20 anos, com a conversão escudo para euro, para um custo de vida que duplicou ou triplicou. Não se percebe esta relação amor-ódio relativa à sua profissão.

Ver link aqui 

 

O que dizem os médicos: devíamos recusar tratamentos
aos ‘anti-máscaras’, se ficarem doentes com COVID-19?
Batya Swift Yasgur, MA, LSW
“Physicians Are Talking: Should Anti-
Maskers Refuse COVID-19 Treatment if
They Become Ill?”
Medscape, 14 de setembro de 2020
Recusar-se a usar uma máscara provoca a fúria de muitas pessoas em todo o mundo. Num caso
extremo, recente, oito pessoas em East Java, Indonésia, que se recusaram a usar máscaras faciais em
público, foram punidas com a ordem de cavar sepulturas para outras pessoas que morreram de
COVID-19.
O presidente da autarquia designou duas pessoas para cada sepultura – uma para cavar a
sepultura e a outra para colocar tábuas de madeira dentro da cova para sustentar o cadáver. “Oxalá
isso possa criar um efeito dissuasor contra os infratores”, disse.
Obviamente, essas medidas draconianas nunca aconteceriam nos EUA. Ainda assim, o uso de
máscaras tornou-se um assunto controverso, com vários pontos de vista e sistemas de valores
convergindo num pequeno quadrado de pano. O uso de máscara é recomendado pelo CDC para
minimizar a disseminação de COVID-19, mas muitas pessoas, incluindo alguns profissionais de saúde,
discordam dessas recomendações.
Um comentário recente no Medscape por Arthur L. Caplan, PhD, diretor da Divisão de Ética
Médica, NYU Grossman School of Medicine, Nova Iorque, abordou uma dessas questões, sugerindo
que as pessoas que se recusam a manter o distanciamento social ou a usar máscaras deviam disporse
a “ir até o fim, em termos de acesso a cuidados de saúde”........

ver o documento na íntegra em anexo

segunda-feira, 07 setembro 2020 13:36 Publicado em Artigos de opinião

O SNS em tempos de exceção. Artigo de Jorge Almeida

Vivemos tempos de exceção, a pandemia Covid 19 tomou conta das nossas cabeças. Face à
evolução imprevisível da situação infeciosa tudo é equacionado em função da mesma, na Saúde
em particular.
Se no Serviço Nacional de Saúde (SNS) os problemas já eram muitos hoje são avassaladores. O
SNS vê-se obrigado a responder a mais uma exigência de saúde pública que, além de exigir
respostas imediatas, requer um estado de alerta permanente a todos os níveis de cuidados de saúde

(ver o texto na íntegra em anexo)

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