m comunicado, este sindicato afeto à Federação Nacional dos Médicos (Fnam) refere que o conselho de administração da ULSSJ “tem vindo a negar o exercício de direitos de parentalidade a médicos do Serviço Nacional de Saúde (SNS), numa atuação que desrespeita a lei, prejudica quem cuida da população e contribui para afastar profissionais do serviço público”.

Em causa estão, diz o sindicato, “médicos com filhos menores que solicitaram regimes de organização do tempo de trabalho expressamente previstos na lei, destinados a permitir a conciliação entre a atividade profissional e a vida familiar”.

“Em vez de garantir estes direitos, a ULS São João tem vindo a recusá-los, apesar de terem sido apresentadas soluções compatíveis com o funcionamento das equipas e sem qualquer prejuízo para os utentes”, refere.

Acrescentando que “este problema não é apenas dos médicos” e “é de toda a população”, o SMN avança que apresentou uma participação à Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE), por considerar que estão em causa direitos protegidos pela legislação laboral, designadamente em matéria de parentalidade e igualdade no trabalho.

A agência Lusa solicitou esclarecimentos à ULS SJ, mas ainda não obteve resposta.

In País ao Minuto