(mais em Legislação)
Veja o documento em anexo, p.f.
ver a informação no link abaixo:
http://mkt.lugaraosol.pt/go/5d7-4d49eb3fcafd843cc54afb01237d98-700c1fe25-cc-75c8e9epTpeqSxRe1Ze5tSmQ
A solicitação de muitos, envio um novo reporte gráfico neste final de mês. Fala-se muito de uma segunda onda e de uma situação sem controlo. Salvo melhor opinião, não há uma nem outra. A situação em Lisboa oxalá não signifique que se está a perder a noção das coisas.
«Tem ganho destaque nos últimos tempos o crescimento do número de casos de COVID-19 na zona de Lisboa. Diversas explicações têm sido avançadas, mas sem haver ainda uma clara definição do que está por detrás desse crescimento. Considerando o período desde 11 de maio (uma semana depois do início do processo de reabertura da sociedade e da economia), verifica-se a regularidade de um crescimento linear do número de novos casos. É um crescimento pequeno, quando visto em média diária de acréscimo, mas persistente. Ao fim de 7 semanas já quase duplicou o número de novos casos (por dia) em média. Não sendo ainda uma situação de emergência, é claramente uma evolução que se torna necessário travar.» Pedro Pita Barros, 29jun2020

(quadro retificado)

(quadro retificado)




(quadro retificado)








Em 9 de junho o top 10 de casos/mil estava assim:













BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul). G7 (Canadá, EUA, França, Itália, Japão, Reino Unido)
O conteúdo deste reporte é feito com dados recolhidos na DGS, na Worldometers e na Pordata. Nada obsta a que estes gráficos possam ser reencaminhados ou usados alhures, sendo totalmente dispensável referir a autoria. O planeta agradece se este reporte não for impresso!
Saudações cordiais, Rosalvo Almeida
(*) “Lisboa Oxalá” é uma canção de Carlos do Carmo
Nesta discriminação sem sentido entre nações europeias, a Dinamarca deu o pontapé de saída: Podem entrar todos menos Suecos e Portugueses. Dado o mote, outros tantos países houve que lhe seguiram a peugada entre os quais, espanto dos espantos, a nossa velha e incondicional histórica aliada e, há que dizê-lo, mais que todos infetada.
Mesmo sabendo da impossibilidade de conter a vinda de turistas da Grã-Bretanha via Espanha, ou talvez por o saber, o governo de Boris Johnson decidiu juntar-se ao coro dos estigmatizantes. É caso para dizer, não fosse a forte crise que atravessa a indústria do Turismo, estaríamos gratos ao preclaro primeiro-ministro Inglês pela tentativa de nos pôr a salvo de visitantes do país europeu com maior número de mortos e de internados em cuidados intensivos pelo Covid-19.
O problema é que, Algarve em especial, estamos mesmo necessitados de visitantes estrangeiros que nos ajudem a reabilitar a hotelaria e indústrias associadas. Ou, para ser mais claro, precisados de divisas que ajudem a mitigar a enorme crise económico-financeira em que, sem mais culpa que os demais, nos vimos mergulhados.
Dito isto e porque já ninguém nos livra do estigma de “feios, porcos e maus” fica o desafio ao Governo: E se, numa atitude de discriminação positiva, convidássemos especificamente os Suecos a vir visitar-nos neste verão?
Jorge Almeida, Porto