
António Arnaut estava doente, sabia e sabíamos que a doença era grave e que desta vez o Serviço Nacional de Saúde, a quem estava ligado por cordão umbilical, não poderia mais valer-lhe. Soubemos hoje da sua morte física, à família o Sindicato dos Médicos do Norte envia os mais sentidos pêsames.
Aos nossos associados e ao País, queremos dizer que António Arnaut, o obreiro do Serviço Nacional de Saúde, é imperecível. Quem tem a humanidade para consagrar em lei que o acesso ao SNS é garantido a todos os cidadãos, independentemente da sua condição económica e social, sendo também garantido aos estrangeiros, em regime de reciprocidade, aos apátridas e aos refugiados políticos que residam ou se encontrem em Portugal (artigo 4º da Lei 56/79 não só não merece morrer como não morrerá.
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