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Pressupondo que os dados da Worldometers são confiáveis, veja-se como tem crescido o número de pessoas com covid ativa nestes 3 países:

Agora, compare-se estes países com outros, tendo em conta a dimensão populacional de cada um:

Se se olhar para a percentagem relativa de covid ativa em cada país, encontra-se esta intrigante figura:

 

 

Santana Maia assinaria a carta aberta dos bastonários?
Julgo que não.
Quando, em 1993, o Dr. Santana Maia (1936-2012) tomou posse como bastonário da
Ordem dos Médicos foi uma surpresa geral. Não era cirurgião, não era professor, não
era de Lisboa. Tinha um passado de militância democrática e de participação cívica
multifacetada. Com António Arnaut, tinha o seu nome ligado à fundação do Serviço
Nacional de Saúde.
Se ainda vivesse, creio que não juntaria o seu nome à tese de que foi errada a resposta
firme à expansão da pandemia em março, abril e maio, pese embora os custos.
Provavelmente subscreveria as palavras finais dessa carta – «É o momento de reforçar
a capacidade de resposta da saúde pública, dos cuidados de saúde primários, da
saúde ocupacional, da medicina hospitalar, e de reforçar o acesso à saúde nas zonas
mais carenciadas. É o momento de concretizar a verdadeira transformação digital na
medicina à distância com respeito pela sua essência mas valorizando sempre a relação
humana médico-doente. É o momento de integrar a saúde e a segurança social nos
lares para melhor proteger os nossos idosos. É o momento do SNS unir os
portugueses. Não podemos voltar a deixar alguém ficar para trás.»
Mas certamente acrescentaria: Pode contar connosco para isso!

Rosalvo Almeida

sexta-feira, 16 outubro 2020 11:41 Publicado em Informação sindical

O Combate à Pandemia é responsabilidade de todos

A presente Pandemia de Corona Vírus coloca naturalmente inúmeras interrogações e preocupações a
todos os níveis.
Sendo um problema de saúde, é ao Serviço Nacional de Saúde (SNS) que compete o essencial da sua
prevenção e tratamento.
Porém, há que ter consciência de que vamos ter de viver ainda longos meses sem que seja encontrada
uma solução eficaz para a infeção, quer pela descoberta de uma vacina, quer de medicamentos
eficazes.
(ver o documento na íntegra, em anexo)

quarta-feira, 14 outubro 2020 10:32 Publicado em Artigos de opinião

É tempo de cerrar fileiras: por Jorge Almeida

É com compreensível apreensão que assistimos ao crescimento do número de infetados pelo
vírus Covid-19. Aumento de casos que, como não poderia deixar de ser, tem reflexo no
número de internados em regime de enfermaria e de cuidados intensivos nos hospitais do
SNS. O problema está em que, ao invés de encararmos este facto como expectável face à
natureza do agente infetante e do que sucede em países vizinhos, cerrando fileiras no combate
ao vírus, procuramos responsáveis pelo recrudescimento do surto infecioso....

(ver artigo em anexo)

Por solicitação da Direção do Sindicato dos Médicos do Norte (SMN) realizou-se,
no dia 02.10.2020, uma reunião com a Administração Regional de Saúde do Norte
(ARSN), que se fez representar pelo respetivo Conselho Diretivo.
Por parte do SMN, participaram a Presidente da Direção e dirigentes das áreas da
Saúde Pública, da Medicina Geral e Familiar (MGF) e Hospitalar.
O objetivo principal desta reunião foi cumprido: apresentar, junto da
Administração Regional de Saúde, quais os problemas identificados pelo SMN,
pelos seus sócios e pela Direção e quais são as medidas necessárias para que o SNS
e, em particular, os Cuidados de Saúde Primários (CSP) consigam responder
melhor à situação atual. Situação esta caracterizada pelas necessidades de
resposta à pandemia, num quadro já deficitário ao nível de recursos humanos,
físicos, tecnológicos e financeiros (ver comunicado da Comissão Nacional de MGF
da Federação Nacional dos Médicos).

Ver o documento na íntegra, em anexo

Plano Outono/Inverno assumido pelo Governo cria expectativas impossíveis de cumprir nos Cuidados Primários de Saúde   Comunicado da FNAM

Os médicos dos Cuidados Primários de Saúde tiveram um papel essencial na contenção da epidemia em Portugal, diagnosticando e vigiando em proximidade a grande maioria dos doentes infectados ou suspeitos de COVID-19.

Graças a um enorme esforço e dedicação dos médicos, juntamente com outros profissionais, foi possível, ainda assim, manter as consultas de saúde infantil, de saúde materna, de situações agudas, assegurar a medicação crónica,

exames e realizar domicílios inadiáveis.
Mas num contexto de listas de utentes sobredimensionadas, carências de recursos humanos, físicos, tecnológicos e financeiros, acrescida da eclosão epidémica da COVID-19, situações de atraso e ruptura são inevitáveis.

(ver todo o conteúdo aqui

 

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