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Os médicos ganham de ordenado o mesmo que há 20 anos, com a conversão escudo para euro, para um custo de vida que duplicou ou triplicou. Não se percebe esta relação amor-ódio relativa à sua profissão.
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O que dizem os médicos: devíamos recusar tratamentos
aos ‘anti-máscaras’, se ficarem doentes com COVID-19?
Batya Swift Yasgur, MA, LSW
“Physicians Are Talking: Should Anti-
Maskers Refuse COVID-19 Treatment if
They Become Ill?”
Medscape, 14 de setembro de 2020
Recusar-se a usar uma máscara provoca a fúria de muitas pessoas em todo o mundo. Num caso
extremo, recente, oito pessoas em East Java, Indonésia, que se recusaram a usar máscaras faciais em
público, foram punidas com a ordem de cavar sepulturas para outras pessoas que morreram de
COVID-19.
O presidente da autarquia designou duas pessoas para cada sepultura – uma para cavar a
sepultura e a outra para colocar tábuas de madeira dentro da cova para sustentar o cadáver. “Oxalá
isso possa criar um efeito dissuasor contra os infratores”, disse.
Obviamente, essas medidas draconianas nunca aconteceriam nos EUA. Ainda assim, o uso de
máscaras tornou-se um assunto controverso, com vários pontos de vista e sistemas de valores
convergindo num pequeno quadrado de pano. O uso de máscara é recomendado pelo CDC para
minimizar a disseminação de COVID-19, mas muitas pessoas, incluindo alguns profissionais de saúde,
discordam dessas recomendações.
Um comentário recente no Medscape por Arthur L. Caplan, PhD, diretor da Divisão de Ética
Médica, NYU Grossman School of Medicine, Nova Iorque, abordou uma dessas questões, sugerindo
que as pessoas que se recusam a manter o distanciamento social ou a usar máscaras deviam disporse
a “ir até o fim, em termos de acesso a cuidados de saúde”........
ver o documento na íntegra em anexo
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Mas, quando comparamos os nossos números com os de outros países, vemos que os óbitos/milhão (linha vermelha) não "curvam" como os casos/milhão (barras azuis). Como diz o professor Arlindo Oliveira hoje no PÚBLICO:
«Para além da curiosidade intelectual, o que podemos concluir deste estranho fenómeno, onde as tendências de cada segmento não se reflectem na tendência global? Acima de tudo, que é difícil comparar países, sectores ou
instituições onde as distribuições das características relevantes são muito diferentes. Por exemplo, quando comparamos os números de mortos por covid-19, país a país, devemos ter em conta não só a dimensão do país, normalizando
a análise por número de habitantes, mas também a distribuição etária. Neste aspecto, o resultado que Portugal obteve até agora, com um baixo número de mortes por covid por milhão de habitantes é particularmente meritório porque
o nosso país tem uma das populações mais envelhecidas do mundo. De facto, Portugal é o quarto país do mundo com uma população mais envelhecida, atrás apenas do Japão, Itália e Finlândia.»
Vivemos tempos de exceção, a pandemia Covid 19 tomou conta das nossas cabeças. Face à
evolução imprevisível da situação infeciosa tudo é equacionado em função da mesma, na Saúde
em particular.
Se no Serviço Nacional de Saúde (SNS) os problemas já eram muitos hoje são avassaladores. O
SNS vê-se obrigado a responder a mais uma exigência de saúde pública que, além de exigir
respostas imediatas, requer um estado de alerta permanente a todos os níveis de cuidados de saúde
(ver o texto na íntegra em anexo)

(ver toda a informação em anexo, bem como ficha de inscrição)
(ver toda a informação em anexo, bem como ficha de inscrição)
(
Os Sindicatos Médicos - FNAM e SIM - reunidos em Cimeira no dia 31/08/2020, pretendem
comunicar as seguintes considerações:
A Srª. Ministra da Saúde não se reúne com os sindicatos médicos desde o início da presente
legislatura. Esta atitude incompreensível é substancialmente agravada num contexto de pandemia,
provavelmente o maior desafio de sempre para o SNS português.
(consultar o documento em anexo)
Acordo Coletivo de Trabalho n.º 10/2020 - Diário da República n.º 169/2020, Série II de 2020-08-31 141469879
Modernização do Estado e da Administração Pública - Direção-Geral da Administração e do Emprego Público
Acordo coletivo de empregador público entre as Forças Armadas, o Sindicato Independente dos Médicos (SIM) e a Federação Nacional dos Médicos (FNAM)