(mais em Legislação)
Este é talvez o gráfico mais confiável e dos menos citados:

Este é outro gráfico (relativo às semanas de maio até hoje) pouco divulgado:

Considerando o total do país, a evolução semanal de novos casos e óbitos dá estes gráficos:

Daniel Marchalik, Dmitriy Petrov - The Lancet
ver atigo completo em anexo
Marcin Chwistek, MD, Supportive Oncology and Palliative Care Program I, Fox Chase Cancer Center, Philadelphia, Pennsylvania
JAMA. Publicado online em 25 de junho de 2020. / doi:10.1001/jama.2020.10619 / “Are You Wearing Your White Coat?” ?
Ver artigo completo em anexo
Veja o documento em anexo, p.f.
ver a informação no link abaixo:
http://mkt.lugaraosol.pt/go/5d7-4d49eb3fcafd843cc54afb01237d98-700c1fe25-cc-75c8e9epTpeqSxRe1Ze5tSmQ
A solicitação de muitos, envio um novo reporte gráfico neste final de mês. Fala-se muito de uma segunda onda e de uma situação sem controlo. Salvo melhor opinião, não há uma nem outra. A situação em Lisboa oxalá não signifique que se está a perder a noção das coisas.
«Tem ganho destaque nos últimos tempos o crescimento do número de casos de COVID-19 na zona de Lisboa. Diversas explicações têm sido avançadas, mas sem haver ainda uma clara definição do que está por detrás desse crescimento. Considerando o período desde 11 de maio (uma semana depois do início do processo de reabertura da sociedade e da economia), verifica-se a regularidade de um crescimento linear do número de novos casos. É um crescimento pequeno, quando visto em média diária de acréscimo, mas persistente. Ao fim de 7 semanas já quase duplicou o número de novos casos (por dia) em média. Não sendo ainda uma situação de emergência, é claramente uma evolução que se torna necessário travar.» Pedro Pita Barros, 29jun2020

(quadro retificado)

(quadro retificado)




(quadro retificado)








Em 9 de junho o top 10 de casos/mil estava assim:













BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul). G7 (Canadá, EUA, França, Itália, Japão, Reino Unido)
O conteúdo deste reporte é feito com dados recolhidos na DGS, na Worldometers e na Pordata. Nada obsta a que estes gráficos possam ser reencaminhados ou usados alhures, sendo totalmente dispensável referir a autoria. O planeta agradece se este reporte não for impresso!
Saudações cordiais, Rosalvo Almeida
(*) “Lisboa Oxalá” é uma canção de Carlos do Carmo