Não é uma epidemia vírica que faz soçobrar o Serviço Nacional de Saúde. Há que reconhecer que a dissimulação do inimigo tem causado enormes problemas na resposta assistencial,

que o conceito de imunidade de grupo (70%, 90% de vacinados, será alcançável?) tem vindo a mudar com a evolução e a tenacidade do agente infetante… Porém, há que concordar

que os profissionais do SNS têm estado à altura da exigência sanitária, em particular no cumprimento do indeclinável plano vacinal.

(Ver todo o artigo, em anexo)

Melhor negócio que o da saúde só o das armas. Ficou célebre a frase da gestora Isabel Vaz, Presidente da Comissão executiva do grupo Luz Saúde hoje parte do universo do grupo internacional Chinês Fosun.

Pouco interessa saber se é da sua autoria ou se limitou a sintetizar um pensamento transversal a um universo politico-gestionário que vem fazendo caminho na área da Saúde. Afinal, mais não é que um remake

de uma outra frase hostil “quem quer saúde paga-a” proferida nos primórdios do SNS por um ex-ministro dos Assuntos Sociais.

(ler o artigo, na íntegra, em documento anexo)

segunda-feira, 07 junho 2021 00:19 Publicado em Artigos de opinião

nunca voltes ao lugar onde foste feliz... - RA

Mas, às vezes, voltamos e vemos isto:

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PAÍSES EUROPEUS com mais casos ativos+ Reino Unido + EUA + BRASIL = hoje

[casos ativos = total de positivos, menos falecidos, menos curados]

A decisão de apoiar a suspensão dos direitos de patente das vacinas anti Covid-19 é demonstrativa da sagacidade de Joe Biden, representando uma enorme vitória da Humanidade.

Sendo verdade que este passo não se traduz no imediato na produção de mais unidades, sem a quebra dos direitos de propriedade intelectual das patentes não é possível o acesso

rápido ao know-how científico, em particular da tecnologia ARN, que permite acelerar a divulgação do conhecimento e o alargamento da produção deste tipo de vacinas a países terceiros.

(ver o documento, na íntegra, em anexo)

safe image

 O 25 de Abril foi o mais importante fenómeno político-social da nossa história moderna.

O mais fascinante fenómeno político-social da vida de todos aqueles que tinham dentro de si a terra preparada para nascerem cravos

(ver o artigo, na íntegra, em documento anexo)

quinta-feira, 22 abril 2021 12:31 Publicado em Artigos de opinião

A joia da coroa - artigo de Jorge Almeida

Atingimos o valor record de vacinações anti-Covid-19 no último fim-de-semana. A vitalidade do Serviço Nacional de Saúde foi posta à prova, tendo respondido com eficiência e eficácia ao transpor a ambiciosa fasquia estabelecida

pelo poder político, sob coordenação da task force vacinal. Noutras latitudes as máscaras já vão caindo graças á vacinação em massa, ambição que mostrámos estar também ao nosso alcance mesmo quando a disponibilidade de

vacinas sofre revezes que obrigam a alterações logísticas inesperadas.

(ler o artigo, na íntegra, em doc. anexo)

Face à grave crise infeciosa e económica com que nos confrontamos, atingir o mais rapidamente
possível a imunidade de grupo é um imperativo nacional. Não há, de momento, tarefa mais
importante para o País que a vacinação em massa. É este objetivo com que hoje nos deparamos
e ao qual o Serviço Nacional de Saúde, na parte que lhe diz respeito, tem obrigação de dar
resposta...

(ver o texto, na íntegra, em anexo)

sexta-feira, 26 março 2021 10:48 Publicado em Artigos de opinião

Relação médico-doente: artigo de Jorge Almeida

Quadro de Adão Cruz

(ver artigo de opinião em anexo)

À medida que a vacinação contra a COVID abrange sectores mais amplos da
população, o papel das Unidades de Saúde Familiares (USF), já essencial desde o
início da pandemia, é posto à prova em todo o país. Será uma oportunidade para se
revalorizar, em recursos financeiros e meios humanos, o papel dos Cuidados de
Saúde Primários? Um dos «parentes pobres» do SNS, esta área é também aquela
em que se joga boa parte da saúde da população.

(ver o artigo na íntegra em doc. anexo)

Não vou discutir conceitos económicos sobre valor de uso e valor de troca. Deixo isso para os
entendidos. Sobre a matéria, lembro apenas que os bens que têm maior valor de uso têm
geralmente pouco ou nenhum valor de troca, sendo o contrário também verdadeiro. Dou dois
exemplos clássicos, a água, enorme valor de uso e baixo valor de troca (pelo menos por estas
bandas); o ouro, enorme valor de troca e pouco valor de uso.

(ver o artigo na íntegra em documento anexo)

sexta-feira, 19 fevereiro 2021 14:50 Publicado em Artigos de opinião

Vacinacao: artigo de opinião de Jorge Almeida

Não, não me esqueci da cedilha. O mundo da vacina Covid é que tomou forma de mundo cão. Enquanto alguns países regurgitam vacinas, caso do Canadá que assegurou a compra de 400 milhões de unidades

para uma população que ronda os 40 milhões, os da União Europeia não vão poder cumprir o plano vacinal delineado por incumprimento contratual das farmacêuticas do nosso hemisfério e, os do costume,

não sabem ainda se/quando irão ter vacinas.

(ver o artigo, na íntegra, em documento anexo)

domingo, 14 fevereiro 2021 21:03 Publicado em Artigos de opinião

Ainda que mal pergunte !... : por Rosalvo Almeida

Então, ele virou-se para mim e disse-me assim:

– Tens visto os telejornais? Não achas estranho os doentes aceitarem tão facilmente ser filmados a mostrar os seus sofrimentos e emoções?

– Acho! Mas estou certo de que os jornalistas pedem autorização para os filmarem e para aparecerem na TV.

– E isso basta?

– Parece-me que não, mas que queres? É o que está a dar…

– E não podemos fazer nada?

– Nós, eu e tu, não podemos fazer nada. Talvez indignarmo-nos nas redes sociais ou participar em fóruns das telefonias sem fios, sei lá!

– Cá para mim, os profissionais de saúde, nas suas unidades de internamento, nem percebem que podem desempenhar um papel na moderação dos jornalistas.

– Os jornalistas, sedentos de casos, têm artes de ultrapassar as barreiras que encontram e os doentes e seus familiares estão também sedentos de fama.

– E não podemos fazer nada?

– Talvez as comissões de ética das instituições possam sair da sua passividade. Talvez possam trabalhar junto dos seus profissionais de saúde no sentido de lhes lembrar as suas responsabilidades éticas nesta matéria. Há que lhes fazer ver que,

se um jornalista pretende gravar um depoimento de um doente, os médicos e os enfermeiros podem (e devem) aconselhar moderação e lembrar as vantagens da confidencialidade. Afinal receberem mensagens a dizer que os viram na TV não compensa

o sossego perdido nem as insinuações de exibicionismo fácil.

– Parcimónia? O que isso? És muito ingénuo!

– Achas?

 
 
 

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